SIMCO é uma farsa e Adriano pereira está roubando o dinheiro dos rodoviários

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João Batista, presidente do Sinttra, representante legítimo da categoria, move ação contra calúnias e abusos cometidos por falso sindicato.

Diante das denúncias recentes levadas à imprensa por Adriano Oliveira Pereira, que se intitula presidente do Sindicato dos Cobradores e Motoristas das Empresas de Transporte Urbano do Município de Aracaju – Simco -, João Batista, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Aracaju – Sinttra -, vem a público lembrar que a entidade que dirige é a única representante legítima da categoria.

?Ele foi demitido por justa causa de uma das empresas que fazem o sistema de transporte coletivo em Aracaju e agora fica querendo aparecer. Pensa que ganhando fama vai conseguir se eleger vereador?, diz João Batista. O presidente do Sinttra ressalta ainda que, no dia 28 de novembro de 2007, a chefe da Divisão de Análise e Normatização do Ministério do Trabalho e Emprego, Aline Lorena Mourão dos Santos, da 1ª Vara do Trabalho de Aracaju, tornou nula a assembléia extraordinária convocada para deliberar acerca da criação do Simco.

A decisão fez cumprir a lei contida na Constituição Federal segundo a qual não pode haver dois sindicatos na mesma base territorial. Mesmo sem carta sindical, estatuto ou ata da eleição que o conferiria o posto de representante da classe, Adriano continua falando na imprensa como representante dos rodoviários e panfletando contra a pessoa de João Batista.

O fato levou João a entrar com um processo na Justiça Cível contra Adriano. ?Ele está dizendo que ganhei dinheiro dos donos das empresas para concordar com o reajuste salarial de 5%, ao invés dos 15% pedidos, inicialmente, pela categoria e que foi ele quem negociou, em reunião no Ministério Público, os 18,75% de acréscimo sobre o ticket alimentação. Quero que ele prove isso tudo na Justiça. Acho que as empresas deveriam fazer o mesmo?, informa o presidente do Sinttra.  

Outro fato grave que pesa contra Adriano é a indevida cobrança mensal de uma taxa referente a 2% do salário dos rodoviários como contribuição sindical. ?Isso é roubo. Ele quer é que os rodoviários dêem comida a ele. O mais absurdo é que existe quem pague parte de seu salário a um sujeito como esse?, revolta-se João Batista.

Mais uma mentira propagada por Adriano, ressalta João, é que as câmeras instaladas nos ônibus têm sido utilizadas para vigiar e punir os motoristas e cobradores. ?Não tem nada de errado as empresas instalarem câmeras nos ônibus e não vi ninguém ser punido por causa delas. Não existe isso de constrangimento que Adriano faz questão de espalhar por aí?, afirma João Batista.

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