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INTEGRAÇÃO NOS TRANSPORTES URBANOS:

uma análise dos sistemas implantados ? Conclusões de Resultados positivos Os estudos mostraram que os sistemas integrados de ônibus são bem aceitos pelos usuários do transporte público, pelos operadores e pelos gestores governamentais. Em quase todos os sistemas integrados, a qualidade do atendimento tende a superar a de sistemas não integrados. A regularidade dos serviços de ônibus, as freqüências relativamente altas e as melhores condições de acessibilidade proporcionadas pelos sistemas integrados são resultados que suportam as opiniões positivas dos usuários. Somam-se a isso o conforto dos terminais e dos veículos e a economia decorrente das transferências livres, não tarifadas, entre linhas.Nas cidades onde os projetos de integração se destinam a solucionar problemas de excesso de ônibus em circulação nos corredores radiais e nas áreas centrais, os resultados são favoráveis. Os novos esquemas de circulação introduzidos nas áreas centrais proporcionam reduções significativas e duradouras nos congestionamentos do sistema viário nos acessos aos pontos terminais. Há poucas avaliações dos reflexos destas melhorias na velocidade comercial dos ônibus, nos tempos de viagem e nos índices de acidentes, mas é muito provável que isso ocorra com certa freqüência.No plano institucional, os sistemas integrados conseguem bons resultados tanto no disciplinamento da relação entre operadores, como no aperfeiçoamento das condições de planejamento e controle por parte dos gestores públicos. Na maioria das cidades que dispõem de sistemas integrados, os órgãos de gerência são bem estruturados, contam com equipes profissionais e mantêm informações gerenciais adequadas (isso pode ser, a uma só vez, conseqüência e causa dos sistemas integrados).Os principais problemas apresentados pela integração, nos moldes em que vem sendo praticada, referem-se às dificuldades de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro e à sua ineficácia para conter a queda no atendimento, dois aspectos da maior importância para a sustentabilidade dos transportes públicos nas atuais condições de mercado. Fonte: NTU ? 26 de março de 2004.

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